Maurício Figueiredo

Maurício Figueiredo
Maurício Figueiredo

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26 de março de 2026

O Coliseu de Roma

 


    O Coliseu de Roma, também chamado de Anfiteatro Flaviano, oi construído entre os anos 71-80 dC, durante o governo dos imperadores da dinastia Flávia.

    Localizado no centro de Roma, é um dos maiores símbolos do Império Romano, com estrutura elíptica de 188m x 155m. Tinha capacidade para de 50 a 60 mil espectadores, sendo hoje umas das Sete Maravilhas do Mundo Moderno. Era utilizado para espetáculos públicos, como luta de gladiadores, batalhas simuladas e execuções.

    Sua estrutura foi feita de concreto e pedra, com avançadas técnicas de engenharia para a época. O Coliseu possuia uma sistema subterrâneo chamado hipogeu, onde ficavam animais e gladiadores. Também contava com um toldo retrátil (velarium) para proteger o público do sol.

    Os espetáculos tinham função de entretenimento e controle social da população. Com o tempo, sofreu danos por terremotos e reutilização de materiais.


PS.: Arte em Roma - Demanda da disciplina Artes, 1o. ano, Ensino Médio, Colégio Marista de Brasília

23 de março de 2026

A responsabilidade de cuidar de animais

 




Eu tenho uma experiência, desde 2024, de cuidar dos meus animais, especialmente dos meus cachorros.


Tudo começou quando eu ganhei um Husky Siberiano, nas minhas férias do meio ano, durante uma viagem que fiz à Goiânia no ano de 2024.


Ao Husky eu dei o nome de Olaf e ele sempre foi muito brincalhão e constantemente nos divertimos muito. Contudo, assumi a responsabilidade de cuidar dele, o que me obrigou a observar o seu horário de comida, calendários de vacinas e de tomadas de banho.


Em 2025, por exemplo, descobri que Olaf estava com uma mancha branca em dos olhos e o levei com minha mãe ao veterinário que, após exames, diagnosticou a presença de catarata juvenil. Fiquei muito preocupado e torcendo que Olaf logo melhorasse. Entretanto, foi necessária uma cirurgia do olho e graças a Deus ele ficou bom.


Com isso, aprendi e não mais esquecerei que os animais precisam ser bem cuidados igualmente ao que se deve fazer com as pessoas. 


PS.: Demanda da disciplina Produção de Textos, 1o. ano, Ensino Médio, Colégio Marista de Brasília

O Eco de Sousa


O ar denso do Jurássico queimava meus pulmões enquanto eu pisava no lodo vivo de uma Paraíba ancestral. Samambaias gigantescas tocavam o céu, e o tempo parecia dobrar-se sobre si mesmo diante de meus olhos.

Um saurópode de pescoço infinito emergiu da névoa, deixando pegadas que seriam fósseis no futuro. Seus olhos dourados encontraram os meus, revelando uma inteligência que a ciência ainda tenta decifrar em pedras frias.

A harmonia foi quebrada por um rugido gutural que fez as árvores tremerem sob a fúria de um predador. Recuei entre as rochas, sentindo o calor de um mundo onde a sobrevivência era o único dogma absoluto.

Em seguida, despertei no presente, tocando o relevo de uma marca no solo do Monumento Natural. O sonho findou, mas o cheiro de resina antiga em minhas mãos provava que, por um instante, eu caminhei entre gigantes.


PS.: Demanda da disciplina Produção de Textos, 1o. ano, Ensino Médio, Colégio Marista de Brasília

19 de março de 2026

Medeia



    Jasão trai Medeia e a abandona para casar-se com outra mulher em busca de poder e status. Ela também se sente injustiçada, pois sacrificou tudo por ele. Esses motivos fizeram Medeia revelar sua personalidade: orgulhosa e movida por emoções extremas.


    Medeia denuncia a submissão das mulheres na sociedade grega, destacando que elas dependiam dos homens e eram tratadas como propriedades. Contribui para se entender as profundas desigualdades de gênero e a de opressão vivida pelas mulheres naquela época.


    O conflito rompe o vínculo afetivo e político entre eles. O abandono funciona como motor da tragédia, conduzindo ao desfecho violento e irreversível.


    O coral atua como mediador entre a ação durante a peça e o público, comentando os acontecimentos. Suas falas expressam valores coletivos da sociedade grega, ajudando a contextualizar os conflitos.


    Medeia pode ser vista como vítima por ter sido traída por Jasão e violenta por cometer assassinatos. Essa dualidade revela uma personagem complexa, movida tanto pela dor quanto pela necessidade de vingança.


    A paixão surge como dor, ciúme e desejo de vingança. A razão, porém, organiza esses sentimentos em um plano calculado, mostrando que suas ações são planejadas.


    Jasão justifica e argumenta que age com racionalidade o abandono, afirmando que seu novo casamento visava garantir poder, estabilidade e um futuro melhor para todos. Na lógica da sociedade grega daquela época, essas razões podem ser parcialmente legítimas, pois valorizavam alianças e status.


    A vingança é o tema central que move toda a narrativa da peça. O sentimento nasce da traição e do abandono por Jasão, transformando dor em ação violenta.



PS.: Arte na Grécia - Demanda da disciplina Artes, 1o. ano, Ensino Médio, Colégio Marista de Brasília