Maurício Figueiredo

Maurício Figueiredo
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20 de abril de 2026

Sustainable Development

Sustainable Development is the concept of progress that seeks to meet the needs of the present generation without compromising the ability of future generations to meet their own needs. It relies on a delicate balance between economic growth, social inclusion, and environmental protection.

The UN has compiled 17 goals to try to improve our world. SDGs 7, 13, and 15 were chosen because they directly address the preservation of the planet and the quality of human life.


These three SDGs are deeply interconnected and form a critical tripod for the planet's survival. They are deeply interconnected: the way we generate energy (SDG 7) directly impacts the climate (SDG 13), which in turn determines the health of forests and ecosystems (SDG 15).


SDG 7 – Affordable and Clean Energy

It is important because it ensures access to energy for all, but in a sustainable way, using renewable sources such as solar and wind. It was chosen because dependence on fossil fuels generates pollution and exacerbates climate change.


SDG 13 – Climate Action

Aims to combat climate change and its impacts, such as global warming, droughts, and floods. It was chosen because it is an urgent problem affecting all countries and threatening environmental balance and human survival.


SDG 15 – Life on Land:

Seeks to protect ecosystems, preserve biodiversity, and prevent species extinction. It was chosen because deforestation and environmental degradation endanger animals, plants, and the natural resources essential to life.


Conclusion

These three goals are interconnected, as the use of clean energy helps reduce global warming, which, in turn, contributes to the preservation of terrestrial ecosystems. Thus, they were chosen for their importance in building a sustainable future.


PS.: Atividade FIO - Global Perspectives 1a série Ensino Médio Colégio Marista de Brasília - 2026

"A humanidade que pensamos ser”, de Ailton Krenak

Ailton Krenak

O texto **“A humanidade que pensamos ser”**, de Ailton Krenak, propõe uma reflexão crítica sobre a ideia de humanidade construída pela sociedade moderna. O autor questiona a noção de progresso e desenvolvimento que orienta o mundo contemporâneo, mostrando que essa visão exclui diferentes formas de existência e modos de vida, especialmente os dos povos indígenas. Para Krenak, a humanidade dominante se enxerga como superior e separada da natureza, criando uma falsa ideia de centralidade humana no planeta.

Krenak também denuncia que esse modelo de humanidade está diretamente ligado à exploração desenfreada dos recursos naturais. Ao tratar a Terra como um objeto a ser dominado, a sociedade moderna rompe com a relação de equilíbrio que outros povos mantêm com o ambiente. Essa ruptura gera crises ambientais e sociais, revelando que o conceito de humanidade vigente não é sustentável nem inclusivo.


Outro ponto importante do texto é a crítica à homogeneização cultural. O autor argumenta que, ao impor um único modo de viver e pensar, a sociedade moderna apaga a diversidade de experiências humanas. Povos tradicionais, com suas cosmologias e formas próprias de relação com o mundo, são frequentemente marginalizados ou considerados atrasados, quando, na verdade, oferecem perspectivas fundamentais para repensar a existência humana.


Por fim, Krenak convida o leitor a ampliar o conceito de humanidade, reconhecendo outras formas de vida e de relação com o mundo. Ele sugere que é preciso abandonar a ideia de superioridade humana e reconstruir nossa maneira de existir, valorizando a diversidade e o respeito à natureza. Assim, o texto propõe uma mudança de consciência, essencial para enfrentar as crises atuais e construir um futuro mais equilibrado.